22/08/2019
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Entenda a necessidade de uma política de saúde nas escolas

A saúde e a educação são, juntas, provavelmente a maior demanda que vem da população. No Brasil, isso não foge à regra. Estes direitos estão garantidos na Constituição de 1988, e devem ser exigidos. Nas

saúde na escola

A saúde e a educação são, juntas, provavelmente a maior demanda que vem da população. No Brasil, isso não foge à regra. Estes direitos estão garantidos na Constituição de 1988, e devem ser exigidos. Nas escolas, a necessidade de um trabalho conjunto de ambos fica cada vez mais nítido. No entanto, a importância dessa política dentro de instituições de ensino ainda não é, às vezes, totalmente clara para pais, professores, e alunos. Confira!

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Educação x saúde

O processo de aprendizagem não é – e não deve ser – dissociado das políticas de saúde. Já é consolidado pela neurociência que a cognição do indivíduo está intimamente ligada ao seu bem estar – seja físico, emocional ou psicológico. Estudos apontam que grande parte dos alunos com dificuldades de aprendizado possuem, atreladas a elas, questões mais sérias do físico ou do emocional.

Caminhando juntos, esses pontos – tão essenciais em qualquer nação – podem se desenvolver de maneira mais adequada, atentando às principais questões de saúde que preocupam pais e gestores no universo escolar.

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Os pontos de atenção

Na faixa etária dos 5 aos 14 anos de idade, a OMS (Organização Mundial de Saúde) aponta para a infecção por vermes como principal ponto de atenção. A deficiência de vitamina A também se coloca de forma preocupante, pois é a maior causa da cegueira infantil. Um cuidado maior com essa questão poderia evitar tais casos, por exemplo.

Entre adolescentes, a preocupação se torna outra: a ingestão de álcool e o consumo de tabaco, entre outras drogas ilícitas. De acordo com pesquisa do IBGE, feita com cerca de 2,6 milhões de alunos do Ensino Fundamental, 21% deles afirmam já ter se embriagado ao menos uma vez. 9% apontam também para o uso das drogas ilícitas. Esses dados vêm acompanhados de uma chocante informação. Cerca de 65% deles se classificam como sedentários, pois não praticam atividades físicas regulares.

Dessa forma, políticas integradas de saúde na escola poderiam oferecer uma possibilidade de se reduzir tais estatísticas, garantindo mais qualidade de vida aos alunos.

Saúde na Escola

O PSE (Programa Saúde na Escola) é uma iniciativa governamental que busca alternativas ao atual quadro de educação, que se encontra desarticulado das políticas de saúde. É uma política intersetorial que busca unir dois aspectos fundamentais a qualquer sociedade. Saiba mais aqui.

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