02/12/2020
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Casos de zika vírus aumentam 18% nesse mês; entenda a doença

O zika vírus é um dos transmitidos pelos mosquitos Aedes aegypti. Estes são responsáveis também pela dengue e pela chikungunya. Nos últimos anos, a proliferação do mosquito Aedes - e da transmissão das doenças que

zika vírus

O zika vírus é um dos transmitidos pelos mosquitos Aedes aegypti. Estes são responsáveis também pela dengue e pela chikungunya. Nos últimos anos, a proliferação do mosquito Aedes – e da transmissão das doenças que carrega – vem sido bastante preocupante. O Brasil, inclusive, foi o primeiro país a apresentar uma epidemia do vírus.

+Zika vírus na gravidez: como lidar?

No último mês, embora ainda abaixo do número do ano passado (a queda de um ano para o outro é impressionante, totalizando 95,1% a menos de casos), os casos de zika vírus no país aumentaram. Até a metade de maio, 9.351 casos da doença foram datados. Isso totaliza 18% a mais do que foi registrado no boletim de abril. O que é mais preocupante nesse panorama é que 1.419 desses casos são entre gestantes – a confirmação já é de 339.

Zika vírus na gravidez

Os principais sintomas do zika vírus fazem com que, muitas vezes, seja confundido com outras doenças. Entre eles, estão a febre, a conjuntivite, coceira e manchas pelo corpo. No entanto, o seu diagnóstico é extremamente urgente, especialmente na gravidez. Isso porque, durante a gestação, pode trazer consequências gravíssimas ao feto.

Por ser capaz de atingir a placenta, o líquido amniótico e, por consequência, o bebê, pode causar malformações muito sérias, como a microcefalia. Essa disfunção faz com que o bebê nasça com a cabeça menor do que o normal, o que afeta gravemente suas funções cerebrais.

+Microcefalia: entenda as causas e consequências

A prevenção

A recomendação imediata da OMS (Organização Mundial de Saúde) é que, em regiões com incidência de zika, a gravidez seja um plano adiado por parte dos casais. Por mais que auge da epidemia tenha passado e, agora, os casos tenham reduzido em mais de 90%, é ideal pesquisar e planejar com cuidado a gestação.

Ficar atenta às picadas de mosquitos faz parte da mobilização. Os sintomas da doença podem se manifestar por volta de 12 dias após a picada. Assim, é importante observar os dias que se seguem a qualquer picada suspeita. O ideal é que se evite as picadas, usando repelentes adequados à sua pele e situação.

Se estiver desconfiada de que está com zika, procure o médico. Um exame de sangue ou de urina pode confirmar o diagnóstico da doença e possibilitar o acompanhamento, principalmente durante a gravidez. No entanto, aposte na prevenção. Evite as possibilidades de gravidez se a sua região for um foco epidêmico, atenção aos sintomas e não deixe de utilizar repelente de insetos.

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