25/04/2019
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Brincar: esse negócio nunca foi tão sério!

Nós sabemos que as brincadeiras mudaram - e muito - ao longo das décadas. Se, antes, a rotina de brincar se dava principalmente na rua e entre amigos, hoje, as crianças ficam muito mais dentro

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Nós sabemos que as brincadeiras mudaram – e muito – ao longo das décadas. Se, antes, a rotina de brincar se dava principalmente na rua e entre amigos, hoje, as crianças ficam muito mais dentro de casa e conectadas aos aparelhos eletrônicos. Isso pode deixar as mamães e papais com os cabelos verdadeiramente em pé!

A interação na hora da brincadeira era, na última década, mais consistente. Na ausência da interatividade dos eletrônicos, o contato entre colegas era muito maior. Até mesmo na escola isso fez diferença. Entre as brincadeiras mais comuns, o pula-corda, o esconde-esconde, o mãe-da-rua, o futebol. Todas elas trabalham aspectos muito importantes, como o exercício físico, a sociabilidade, o trabalho em equipe.

Hoje em dia, no entanto, esse cenário se apresenta de forma bastante diferente. O tráfego intenso nas ruas já é um fator que impossibilita bastante as brincadeiras de rua para quem mora nas grandes cidades; além disso, o surgimento dos celulares, computadores e tablets mudam totalmente as formas de brincar. Hoje, as brincadeiras são nos eletrônicos: do Candy Crush aos desenhos animados no YouTube, os pequenos passam muito tempo na frente das telinhas!

Fica a dúvida para os pais: o que fazer para que isso não seja prejudicial?

Procure estimular a vivência dos seus filhos longe dos eletrônicos para que isso seja equilibrado. Estipule horários para o uso dos celulares, tablets e videogames, por exemplo, e mantenha-se firme nessas regras. Incentive as brincadeiras em grupo, seja com você, com o irmão/irmã ou com os amiguinhos. Jogos de tabuleiro são uma boa pedida que pode resgatar brincadeiras mais educativas!

O importante é nós, pais, sermos sempre capazes de transmitir valores mais sólidos, até mesmo por meio das brincadeiras que estimulamos a nossos filhos. Os eletrônicos fazem parte do cotidiano atual e podem auxiliar muito em tarefas escolares e em conhecimento, mas em excesso podem prejudicar a cognição da criança. Com paciência, firmeza e muita companhia, esse processo pode ser revertido!

 

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