25/11/2020
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Quais as melhores atividades físicas para cada idade?

I like to move it, move it Brincar. Para a criança, atividade física é o mesmo que brincar. Precisa ser lúdico, divertido, sem metas de correr tantos quilômetros em “x” minutos, com frequência cardíaca “y”. Parece óbvio,

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Brincar. Para a criança, atividade física é o mesmo que brincar. Precisa ser lúdico, divertido, sem metas de correr tantos quilômetros em “x” minutos, com frequência cardíaca “y”.

Parece óbvio, mas muitos pais querem que o filho faça o que gostariam de ter feito.
“Meu sonho é que meu filho seja jogador de futebol”. Aí, desde cedo, ele entra num esquema profissional de treinos, objetivos, competição acirrada. Isso pode não acabar bem.

Isso não significa que não possa haver regras. Regras são importantes para que a criança saiba que existem limites que todos devem seguir.

Bem trabalhadas, as atividades físicas estimulam a coordenação motora e cognitiva, o desenvolvimento cerebral e a sociabilidade.

De uma forma mais ampla, os “exercícios” podem começar desde muito cedo.

Nos primeiros meses, quando o bebê é colocado no tapetinho com um arco acima e um brinquedo pendurado, ao movimentar o brinquedo, ele o acompanha com os olhos e, depois, com a cabeça.

Para que se ganhe tônus e o bebê possa erguer sua cabeça quando está de barriga para baixo, você pode colocar uma toalha enrolada na altura do peito do bebê.
A toalha facilita que ele erga a cabeça e veja mais coisas a sua volta, o que vai estimular a ficar mais tempo assim e fortalecer a musculatura do pescoço. Pronto, ele já está se exercitando para alcançar seu objetivo.

Espalhar brinquedo pelo ambiente, quando o bebê já engatinha, pode ser uma ótima forma dele se mover para alcançá-los.

Nos primeiros anos de vida, as atividades não devem ter competitividade. Brincar de bola, nadar, escalar e correr são feitos de forma natural, pura diversão.

Mesmo o judô, esporte no qual se vê crianças pequenas praticando, nesta fase, é muito mais uma pequena introdução ao esporte, como o uso do quimono, alguns movimentos simples de perna, dar cambalhotas e correr com alguns obstáculos do que dar um Yuko ou um Wazari.

Dos 5 aos 8 anos, segundo a pediatra Beatriz Perondi, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria, os jogos podem ser introduzidos, de preferência, aqueles sem muitas regras, como fazer um gol com a bola, mas sem, de fato, jogar uma partida de futebol.

A partir dos 8 anos, aí sim, as modalidades esportivas aparecem.
Nesta idade, é importante mostrar diferentes esportes para ver com qual ou quais ele mais se identifica. Porém, sem grandes cobranças em relação a resultados.
Aliás, em idade nenhuma a cobrança deve ser exagerada. Se ele virar um atleta profissional, ele será o maior crítico de sua performance, então não se preocupe.

Dos 12 aos 14 anos, ele já é capaz de definir o esporte de que gosta mais de praticar. A competição surge como uma forma de amadurecimento da criança, agora adolescente.
É importante que ele enfrente situações de vitórias e derrotas e possa usar as atividades físicas como meio de sociabilização.

Assim como para os adultos, as atividades físicas na infância têm muitos benefícios: saúde, bem-estar, autoconfiança, trabalho em equipe, relaxamento, diminuição do stress e felicidade.

Seu filho pode não virar um Neymar, sua filha pode não lutar como a Rafaela Silva, mas certamente será um adulto mais bem preparado emocional e fisicamente.

Fonte: Especial Delas/Filhos – ig.com.br

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